Dossiê: empresa
Consult Inteligência TributáriaCITADO
Consult Inteligência Tributária
- Papel no caso
- Consultoria tributária que prestava serviços ao Banco Master e pagou honorários ao advogado Kevin Marques.
- Situação
- Citado — não investigado
- Aparece em
- Arquivo 9: Crise no Supremo
- Verificado em
- 15 de setembro de 2026
Consultoria tributária que, segundo o Times Brasil, “também prestava serviços ao Banco Master”. É por ela que passam os pagamentos mencionados nas mensagens entre Daniel Vorcaro e Luiz Rennó sobre o advogado Kevin Marques Times Brasil.
Em 8 de agosto de 2025, Rennó disse a Vorcaro que, entre os “pagamentos essenciais”, faltava a Consult. A assessoria de Kevin Marques afirma que ele recebeu R$ 281,6 mil da empresa, por serviços jurídicos na área tributária administrativa, e que essa atuação não teve relação com o STF Times Brasil.
Citada não é investigada: as fontes consultadas não registram investigação contra a empresa.
Histórico da situação
- 15 set. 2026: Citado — não investigado. Aparece nas mensagens de Vorcaro como destino de pagamentos mensais e como um dos "pagamentos essenciais" do banco. Times Brasil
Ligações (2)
- Para Banco Master: prestava serviços
Segundo o Times Brasil, a Consult Inteligência Tributária "também prestava serviços ao Banco Master". Em 8 de agosto de 2025, o diretor jurídico do banco apontou a consultoria como o único dos "pagamentos essenciais" que ainda faltava. Times Brasil
Contratual. Segundo a imprensa. Desde 1 out. 2024 até 8 ago. 2025. - De Kevin Marques: recebeu R$ 281,6 mil
A assessoria de Kevin Marques afirma que o advogado recebeu R$ 281,6 mil da Consult Inteligência Tributária por serviços jurídicos na área tributária administrativa, e que essa atuação não teve relação com o STF nem com o Banco Master. Times Brasil
Contratual. Segundo a imprensa. Desde 1 out. 2024.
Na linha do tempo
Fontes
- Mensagens de Vorcaro citam filho de Nunes Marques em conversa sobre pagamentos de R$ 500 mil mensais — Times Brasil, 15 set. 2026. Cópia arquivada.
Mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro citam o advogado Kevin Marques, filho do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Kassio Nunes Marques, em conversas sobre pagamentos mensais de R$ 500 mil relacionados à Consult Inteligência Tributária." […] "Os diálogos foram trocados entre Vorcaro e Luiz Rennó, então diretor jurídico do Banco Master." […] "As mensagens, porém, não comprovam que Kevin Marques tenha recebido R$ 500 mil por mês." […] "A assessoria de Kevin Marques afirma que o advogado não prestou serviços ao Banco Master nem recebeu dinheiro de Vorcaro." […] "Nunes Marques não se manifestou sobre o caso.
- Em mensagens obtidas pela PF, filho de Fux tratava Vorcaro como “irmão” — CNN Brasil, 15 set. 2026. Cópia arquivada.
o advogado Rodrigo Fux, filho do ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), mantinha uma relação de proximidade com o então dono do Banco Master." […] "Em 17 de maio de 2024, Rodrigo Fux escreveu: ”Fala irmão. Tudo bem?”." […] "Rodrigo Fux também teria articulado um encontro do ministro Luiz Fux em um evento em Londres, no Reino Unido, ligado a Vorcaro." […] "As conversas mostram que Rodrigo Fux enviou, inclusive, o e-mail de uma secretária do ministro do Supremo ao ex-banqueiro." […] "Nunca advogou a favor de Daniel Vorcaro ou do Banco Master" […] "A CNN procurou também procurou o gabinete do ministro Luiz Fux e ainda não obteve resposta.
- Nunes Marques diz que filho nunca prestou serviço ao Master — Poder360, 15 set. 2026. Cópia arquivada.
O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal, afirmou nesta 3ª feira (15.set.2026) que seu filho, o advogado Kevin Marques, não prestou serviços nem recebeu pagamentos do Banco Master." […] "Meu filho nunca prestou nenhum serviço ao banco e nunca foi remunerado pelo banco." […] "É bom que se registre que, em relação ao caso, eu nunca troquei nenhuma mensagem; não há registro de nenhuma mensagem minha com Daniel Vorcaro." […] "Nunes Marques pediu a palavra no plenário ao se declarar impedido de participar do julgamento" […] "Por presidir o TSE, considerou que seria impróprio votar no processo.