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  1. Feito com ajuda de inteligência artificial. O site foi desenvolvido com o auxílio de ferramentas de inteligência artificial, inclusive na pesquisa, na organização e na redação dos textos. Essas ferramentas erram: podem trocar nomes, datas, valores e relações. Por isso, todas as informações daqui precisam ser conferidas nas fontes originais, ligadas a cada fato, antes de qualquer uso.
  2. Um arquivo, não uma investigação. O site não apura fatos por conta própria: reúne e organiza o que órgãos públicos e veículos de imprensa já publicaram, com o link e um trecho de cada fonte.
  3. Independente. É um projeto independente, sem ligação com nenhuma instituição: nenhum órgão público (Polícia Federal, Ministério Público, Banco Central, tribunais, CPIs), empresa, banco, partido, veículo de imprensa ou pessoa citada. Não é um site oficial e não fala em nome de ninguém.
  4. Suspeita não é condenação. Aparecer no arquivo não significa ter cometido crime. Investigação, prisão preventiva, indiciamento e denúncia não são condenação: todas as pessoas citadas são presumidas inocentes até decisão judicial definitiva. Muitas aparecem só por terem sido citadas, sem investigação conhecida contra elas.
  5. Pode estar desatualizado. O caso muda rápido. Cada registro traz a data da última verificação, e o que aconteceu depois dela pode não estar aqui.
  6. Não é orientação. Nada aqui é aconselhamento jurídico, financeiro ou de investimento, inclusive sobre o FGC, CDBs ou ressarcimentos. Para decisões, procure um profissional ou os canais oficiais.
  7. Conteúdo de terceiros. Os trechos de reportagens e documentos pertencem a quem os publicou e aparecem como citação, com o nome e o link da fonte. As fotos têm autor e licença indicados. O site não responde pelo conteúdo de páginas externas, e o uso das informações daqui é de responsabilidade de quem as usa.
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CASO MASTERarquivo independente, atualizado em 15 de setembro de 2026

Arquivos do caso

Cada arquivo conta uma etapa do caso, em ordem. O quadro mostra todas as peças de uma vez.

  1. 01A ascensão

    2018 a dez. 2024. Como um banco pequeno virou o Banco Master, vendendo CDBs que pagavam muito acima do mercado com a garantia do FGC.

  2. 02O negócio com o BRB

    dez. 2024 a set. 2025. O banco estatal de Brasília anuncia a compra do Master e, antes disso, já pagava bilhões por carteiras de crédito que, segundo a PF, não tinham lastro ou não existiam. O BC veta a operação.

  3. 03Compliance Zero

    17 nov. 2025 a mar. 2026. Na noite de 17 de novembro de 2025, Vorcaro é preso em Guarulhos. No dia seguinte, a PF deflagra a operação e o Banco Central liquida o Master.

  4. 04O rombo

    nov. 2025 a abr. 2026. O maior acionamento da história do FGC, bancos do mesmo círculo liquidados em sequência e fundos de previdência de servidores com dinheiro preso em papéis sem garantia.

  5. 05O caso sobe ao Supremo

    nov. 2025 a mar. 2026. O inquérito vai para o STF sob sigilo máximo, reportagens revelam contratos e viagens que ligam o banqueiro a ministros, o relator é trocado e Vorcaro volta à prisão.

  6. 06Os políticos

    2024 a jul. 2026. Fase após fase, a PF chega a senadores, a um ex-governador e à família do banqueiro, enquanto a CPMI do caso nunca é instalada.

  7. 07Dark Horse

    dez. 2024 a set. 2026. Um áudio revela a negociação de dinheiro do banqueiro para um filme sobre Jair Bolsonaro, e um operador financeiro vira delator.

  8. 08Delações e vazamentos

    mar. 2026 a set. 2026. Vorcaro tenta acordo de colaboração duas vezes e é recusado; vazamentos viram alvo de investigação; segundo o Metrópoles, a PF conclui o primeiro inquérito.

  9. 09Crise no Supremo

    ago. 2026 a set. 2026. O relatório da PF sobre o celular de Vorcaro chega aos ministros, o sigilo cai e o STF entra em confronto aberto. Mensagens vazadas citam filhos de dois ministros, e a sessão de 15 de setembro termina em bate-boca e pedido de vista, sem decidir se Moraes será investigado.