Arquivo 04 de 09
O rombo
Período: novembro de 2025 a abril de 2026.
O maior acionamento da história do FGC, bancos do mesmo círculo liquidados em sequência e fundos de previdência de servidores com dinheiro preso em papéis sem garantia.
Com o Banco Master liquidado, a promessa que vendia seus CDBs foi posta à prova. O FGC levou dois meses para consolidar a lista de credores do Master, do Master de Investimento e do Letsbank: eram cerca de 800 mil, e não 1,6 milhão, como se estimara, com R$ 40,6 bilhões a receber FGC. Os pagamentos começaram em 19 de janeiro de 2026. O valor equivalia a cerca de um terço dos recursos do fundo Agência Brasil.
A conta não parou aí. O will bank, banco digital comprado pelo Master em 2024, fora poupado em novembro: o Banco Central pôs sua controladora em regime especial à espera de uma solução que o preservasse. Em 19 de janeiro, a Will Financeira descumpriu a grade de pagamentos da Mastercard; dois dias depois, foi liquidada BCB, e o FGC estimou mais R$ 6,3 bilhões em garantias FGC. Em 18 de fevereiro foi a vez do Banco Pleno, o antigo Voiter, que Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, comprara do Master em 2025 CNN Brasil BCB. Eram mais R$ 4,8 bilhões, a 152 mil credores FGC.
Numa das engrenagens do caso estava a gestora Reag. Em relatório ao TCU, o BC informou que fundos administrados por ela estruturaram operações fraudulentas com o Master entre julho de 2023 e julho de 2024 JOTA. O fundador, João Carlos Mansur, e o empresário Nelson Tanure, apontado pela PF e pelo MPF como “sócio oculto” do Master — ele nega e diz que era cliente —, foram alvos da segunda fase da Compliance Zero, em 14 de janeiro CNN Brasil CNN Brasil. No dia seguinte, o BC liquidou a distribuidora da Reag CBSF. No começo de setembro, veio a público que a PGR assinara com Mansur um acordo de delação, que ainda depende de homologação no STF Poder360.
O dinheiro de servidores públicos é a parte do rombo que o FGC não cobre. Dezoito regimes próprios de previdência de estados e municípios haviam aplicado R$ 1,876 bilhão em Letras Financeiras do Master, segundo o Times Brasil — R$ 1,86 bilhão, segundo a CNN —, papéis que não têm a garantia do fundo Times Brasil CNN Brasil. O maior aplicador foi o Rioprevidência, com R$ 970 milhões; a Amprev, do Amapá, vinha em seguida, com R$ 400 milhões CNN Brasil.
A Polícia Federal foi atrás de quem decidiu as aplicações. Na Operação Barco de Papel, prendeu em 3 de fevereiro o ex-presidente do Rioprevidência Deivis Marcon Antunes Metrópoles; em março, o STJ manteve a prisão preventiva, citando indícios de obstrução STJ. Em 6 de fevereiro, a Operação Zona Cinzenta fez buscas contra gestores da Amprev, entre eles o diretor-presidente Jocildo Silva Lemos, que foi tesoureiro da campanha de Davi Alcolumbre em 2022; o presidente do Senado não está entre os investigados CNN Brasil. Segundo a decisão que autorizou as buscas, os R$ 400 milhões foram aprovados em menos de vinte dias, em julho de 2024 Justiça Federal.
No Rio, a conta cresceu depois. Na 8ª fase da Compliance Zero, em maio, a PF passou a investigar também R$ 2,01 bilhões aplicados pelo Rioprevidência em fundos ligados ao banco. O total aparece como cerca de R$ 3 bilhões CNN Brasil ou R$ 3,691 bilhões, na decisão do ministro André Mendonça citada pela Agência Brasil Agência Brasil. Até setembro, a PF já tinha mirado sete institutos de previdência em seis estados Poder360.
Para recompor o caixa, o FGC cobrou dos bancos associados 60 meses de contribuições adiantadas, cerca de R$ 32,5 bilhões FGC. Em maio, informava ter pago cerca de R$ 49,4 bilhões nas três liquidações InfoMoney; outras contas chegam a R$ 51,8 bilhões Finsiders. Em 23 de abril, o Conselho Monetário Nacional endureceu as regras: bancos muito dependentes de captação com garantia do FGC terão de guardar parte do dinheiro em títulos públicos e pagar contribuição adicional maior Diário do Grande ABC. O objetivo, resumiu o Seu Dinheiro, é impedir que os depósitos garantidos cresçam de forma desproporcional ao tamanho do banco, “como aconteceu com o Banco Master” Seu Dinheiro.
Quem aparece neste arquivo
Ligações deste arquivo
- Amapá Previdência (Amprev) → Banco Master: R$ 400 mi em Letras Financeiras. (Documento oficial)
- Augusto Lima → Banco Pleno: comprou o Voiter de Vorcaro. (Segundo a imprensa)
- Banco Central do Brasil → Banco Pleno: liquidou. (Documento oficial)
- Banco Central do Brasil → Reag Investimentos: liquidou a distribuidora. (Documento oficial)
- Banco Central do Brasil → will bank: liquidou. (Documento oficial)
- Deivis Marcon Antunes → Rioprevidência: presidiu. (Documento oficial)
- Fundo Garantidor de Créditos (FGC) → Banco Master: pagou R$ 40,6 bi a credores. (Documento oficial)
- Fundo Garantidor de Créditos (FGC) → Banco Pleno: garantia de R$ 4,8 bi. (Documento oficial)
- Fundo Garantidor de Créditos (FGC) → will bank: garantia de R$ 6,3 bi. (Documento oficial)
- João Carlos Mansur → Reag Investimentos: fundador. (Segundo a imprensa)
- Jocildo Silva Lemos → Amapá Previdência (Amprev): diretor-presidente. (Documento oficial)
- Natália Vorcaro Zettel → Daniel Vorcaro: irmã. (Segundo a imprensa)
- Nelson Tanure → Banco Master: sócio oculto? (PF). (Apontada por autoridades em investigação)
- Reag Investimentos → Banco Master: fundos operaram com o Master. (Apontada por autoridades em investigação)
- Rioprevidência → Banco Master: R$ 970 mi em LF + fundos. (Documento oficial)
- will bank → Banco Master: do conglomerado Master. (Documento oficial)
Fontes deste arquivo
- FGC dá início ao pagamento da garantia aos credores dos Bancos Master, Master de Investimentos e Letsbank — Fundo Garantidor de Créditos, 17 jan. 2026.
o número de credores da garantia, inicialmente estimado em 1,6 milhão de credores, é da ordem de 800 mil." […] "Já o valor total a ser pago em garantias será de R$ 40,6 bilhões, contra a estimativa inicial de R$ 41,3 bilhões." […] "O FGC possui liquidez de R$ 125 bilhões, conforme dados de novembro de 2025.
- FGC já pagou R$ 32,5 bilhões a 75% dos credores do Banco Master — Agência Brasil, 29 jan. 2026. Cópia arquivada.
Os pagamentos começaram no último dia 19" […] "O FGC estima a necessidade de aproximadamente R$ 40,6 bilhões líquidos para cobrir as garantias relacionadas ao Banco Master" […] "O valor representa cerca de um terço dos recursos disponíveis no fundo.
- Banco Central decreta liquidação extrajudicial da Will Financeira — Banco Central do Brasil, 21 jan. 2026.
O Banco Central decretou hoje, 21 de janeiro de 2026, a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento, controlada pelo Banco Master Múltiplo S/A, o qual vem operando sob Regime Especial de Administração Temporária (RAET)" […] "verificando-se no dia 19 de janeiro de 2026 o descumprimento pela Will Financeira da grade de pagamentos com o arranjo de pagamentos Mastercard
- FGC informa acionamento da garantia em razão da liquidação extrajudicial do Will Bank — Fundo Garantidor de Créditos, 21 jan. 2026.
Com base no Censo de Nov/25, informado pela Will Financeira, o valor estimado para pagamento é de aproximadamente R$ 6,3 bilhões." […] "os clientes que adquiriram produtos elegíveis a garantia do FGC antes da aquisição pelo Banco Master, em 21/08/2024, têm a garantia preservada.
- BC decreta liquidação extrajudicial do Banco Pleno, de ex-sócio do Master — CNN Brasil, 18 fev. 2026. Cópia arquivada.
Em 2024, o BC havia aprovado a aquisição do Banco Voiter (antigo Indusval) pelo Master. No ano seguinte, em julho de 2025, foi autorizado que Lima comprasse o Voiter de Daniel Vorcaro, rebatizando a instituição para Banco Pleno S.A
- Banco Central decreta liquidação extrajudicial do Banco Pleno e da Pleno DTVM — Banco Central do Brasil, 18 fev. 2026.
O Banco Central decretou hoje, 18 de fevereiro de 2026, a liquidação extrajudicial do Banco Pleno S.A., com a extensão do regime especial à Pleno Distribuidora Títulos e Valores Mobiliário S.A." […] "com deterioração da situação de liquidez, bem como por infringência às normas que disciplinam a sua atividade e inobservância das determinações do Banco Central do Brasil
- FGC inicia o pagamento da garantia aos credores do Banco Pleno — Fundo Garantidor de Créditos, 23 mar. 2026.
O número de credores com direito à garantia foi confirmado em 152 mil pessoas, com valor total de R$ 4,8 bilhões a ser pago pelo Fundo." […] "Em relação ao Banco Master Múltiplo, liquidado no último dia 17, tratava-se de associada ao FGC pertencente ao conglomerado Master que não realizava captação de depósitos ou emissão de instrumentos financeiros elegíveis à garantia.
- Banco Central decreta liquidação da Reag Investimentos, envolvida no caso Master — JOTA, 15 jan. 2026. Cópia arquivada.
decretou nesta quinta-feira (15/1) a liquidação extrajudicial da CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, novo nome da Reag Investimentos." […] "o BC informou que fundos administrados pela Reag estruturaram operações fraudulentas com o Banco Master entre julho de 2023 e julho de 2024.
- Nova fase de operação contra Vorcaro bloqueia R$ 5,7 bi em bens — CNN Brasil, 14 jan. 2026. Cópia arquivada.
A PF (Polícia Federal) deflagrou na manhã desta quarta-feira (14) a segunda fase da Operação Compliance Zero" […] "o STF (Supremo Tribunal Federal) autorizou o sequestro e bloqueio de bens e valores que superam R$ 5,7 bilhões." […] "Foram cumpridos 42 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro" […] "Estão sendo investigados os crimes de gestão fraudulenta, organização criminosa, manipulação de mercados e lavagem de capitais.
- Investigação da PF aponta Nelson Tanure como sócio oculto do Master — CNN Brasil, 16 jan. 2026. Cópia arquivada.
Investigação da PF (Polícia Federal) aponta o empresário Nelson Tanure como “sócio oculto” do Banco Master, de Daniel Vorcaro, “exercendo influência por meio de fundos e estruturas societárias complexas”." […] "é apontado como o beneficiário final da LORMONT PARTICIPAÇÕES S.A., cujas CCBs de R$ 73,7 milhões concentraram 97% da carteira do FIDC MARANTA" […] "Não fui nem sou controlador do extinto Banco Master, tampouco seu sócio, ainda que minoritário, direta ou indiretamente
- Nota de Esclarecimento — CBSF DTVM e REAG IP S.A. — CBSF DTVM – Em Liquidação Extrajudicial, 3 set. 2026.
o Banco Central do Brasil, através do Ato nº 1.375, de seu Presidente, em 15 de janeiro de 2026, decretou a Liquidação Extrajudicial apenas da CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A." […] "atual denominação da Reag Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A." […] "nova denominação de REAG Trust Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.
- PGR aceita delação de dono da Reag e envia acordo a Mendonça — Poder360, 2 set. 2026. Cópia arquivada.
A PGR (Procuradoria Geral da República) assinou um acordo de colaboração premiada com João Carlos Mansur, fundador da Reag Investimentos, e enviou o material ao ministro André Mendonça" […] "É a 1ª delação firmada pela PGR dentro da operação Compliance Zero." […] "Mansur entregou a proposta à PGR em 26 de agosto." […] "O Poder360 questionou a defesa de João Carlos Mansur sobre o acordo de colaboração premiada, mas não obteve resposta
- Banco Master: 18 fundos de previdência tinham investimentos no banco; veja lista — Times Brasil, 19 nov. 2025. Cópia arquivada.
Pelo menos 18 Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) de Estados e municípios aplicaram R$ 1,876 bilhão em letras financeiras emitidas pelo Banco Master entre outubro de 2023 e dezembro de 2024" […] "com R$ 970 milhões, quase metade do total investido pelos RPPS" […] "Segundo o Ministério da Previdência, o país possui 2.130 RPPS, e apenas esses 18 investiram em letras do Master.
- Quais estados e municípios mais investiram no Master? — CNN Brasil, 20 nov. 2025. Cópia arquivada.
Regimes próprios de previdência de 18 estados e municípios têm R$ 1,86 bilhão aplicados em letras financeiras do Banco Master" […] "Segundo o regulamento do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), créditos vinculados a esses fundos não são cobertos pelo FGC." […] "O valor aplicado pelo órgão foi de aproximadamente R$ 960 milhões" […] "O Rioprevidência ressalta ainda que o pagamento de aposentadorias e pensões está garantido
- Alvo da PF, previdência do Amapá investiu R$ 400 milhões no Master — CNN Brasil, 6 fev. 2026. Cópia arquivada.
A Amprev (Amapá Previdência), que é alvo de operação da PF (Polícia Federal) nesta sexta-feira (6), investiu R$ 400 milhões em ativos do Banco Master." […] "no âmbito da operação Zona Cinzenta" […] "A CNN apurou que os alvos são o diretor-presidente da Amapá Previdência, Jocildo Silva Lemos, e dois membros do comitê de investimento da Amprev." […] "Jocildo Silva Lemos foi tesoureiro de Alcolumbre na campanha de 2022. O presidente do Senado não está entre os investigados
- Ex-presidente do Rioprevidência é preso após aporte no Master — Metrópoles, 3 fev. 2026. Cópia arquivada.
foi preso nesta terça-feira (3/2) por agentes da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal." […] "o Rioprevidência aplicou quase R$ 1 bilhão em Letras Financeiras emitidas pelo Banco Master — títulos de alto risco que não possuem cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC)." […] "Deivis Marcon Antunes é um dos alvos da Operação Barco de Papel" […] "As defesas dos investigados não foram localizadas.
- Relator mantém prisão de ex-presidente do Rioprevidência em investigação que envolve o Banco Master — Superior Tribunal de Justiça, 19 mar. 2026.
Carlos Pires Brandão manteve a prisão preventiva de Deivis Marcon Antunes" […] "a prisão temporária foi decretada pela Justiça Federal e posteriormente convertida em preventiva" […] "a defesa alegou que a ordem de prisão se ampara em suposições e que não há prova de interferência nas investigações" […] "a aplicação de cerca de R$ 970 milhões na compra de letras financeiras do Banco Master por gestores do Rioprevidência.
- Decisão em pedido de busca e apreensão criminal — Amapá Previdência (Amprev) — Justiça Federal – 4ª Vara Federal Criminal do Amapá, 28 jan. 2026.
cada investigado teria desempenhado função específica para viabilizar o aporte temerário de quatrocentos milhões de reais em ativos do Banco Master, em um interregno inferior a vinte dias." […] "Jocildo Silva Lemos, então Diretor-Presidente da Amapá Previdência e Presidente do Comitê" […] "comprovantes de TED datados de 15/07/2024 para o Banco Master S.A. (banco 243)
- Entenda como o Rio investiu R$ 3 bi no Master e para onde foi o dinheiro — CNN Brasil, 26 maio 2026. Cópia arquivada.
investiga a aplicação de R$ 2,01 bilhões pelo Estado do Rio de Janeiro a fundos de investimentos do banco Master." […] "Ao todo, a ação investiga a transferência de cerca de R$ 3 bilhões do Rioprevidência ao Banco Master" […] "aplicações realizadas por essas entidades não são asseguradas pelo FGC
- Operação contra Castro mira aportes de R$ 3,6 bi em fundos do Master — Agência Brasil, 26 maio 2026. Cópia arquivada.
viabilizaram a captação de um total de R$ 3.691.000.000 em investimentos no Banco Master" […] "entre outubro de 2023 e julho de 2024, a RioPrevidência realizou aportes de R$ 970 milhões em Letras Financeiras do Banco Master." […] "de dezembro de 2024 a outubro de 2025, diante de entraves regulatórios, foram realizados novos aportes em fundos estruturados pelo mesmo grupo, na ordem de R$ 2,01 bilhões." […] "são alvo da operação Ricardo Siqueira Rodrigues, apontado como lobista e operador do esquema, e o ex-presidente do RioPrevidência Deivis Marcon Antunes, preso em etapa anterior da investigação." […] "exerceu papel politicamente relevante para a viabilização dos aportes
- PF mirou 7 institutos de Previdência que investiram no Master — Poder360, 13 set. 2026. Cópia arquivada.
A Polícia Federal já mirou 7 institutos de Previdência que fizeram aplicações no Banco Master" […] "A operação Barco de Papel mirou, direta ou indiretamente, o fundo de previdência em 23 de janeiro e 3 de fevereiro." […] "Já na 8ª fase da Compliance Zero, em 26 de maio, a PF passou a investigar aplicações de R$ 2,01 bilhões realizadas a partir de julho de 2024 em fundos de investimento do Master.
- Antecipação de Contribuições Ordinárias ao FGC — Fundo Garantidor de Créditos, 5 mar. 2026.
será realizado o recolhimento da antecipação correspondente a 60 (sessenta) meses, uma recomposição de caixa para o FGC estimada em R$ 32,5 bilhões." […] "já foram pagos R$ 38,4 bilhões em garantias a credores do conglomerado Master (Banco Master, Master de Investimento e Letsbank), o que representa 94% do montante a ser pago." […] "Em 13 de fevereiro foi iniciada a antecipação do pagamento da garantia aos credores que sejam clientes diretos do Will Bank e que possuam valores a receber de até R$ 1.000,00" […] "A instituição não faz parte do conglomerado Master
- FGC atinge quase R$ 50 bi devolvidos a investidores nos casos Master, Will e Pleno — InfoMoney, 14 maio 2026. Cópia arquivada.
O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) pagou até o momento aproximadamente R$ 49,4 bilhões em garantias a credores das três instituições sob liquidação extrajudicial" […] "o FGC informa já ter transferido R$ 39,7 bilhões a cerca de 915 mil credores" […] "No Banco Pleno, o FGC transferiu pelo seu aplicativo R$ 4,3 bilhões a aproximadamente 132 mil credores
- BC muda regras do FGC após rombo do Banco Master — Finsiders Brasil, 29 maio 2026. Cópia arquivada.
o colapso do Banco Master deixou um rombo de R$ 51,8 bilhões no fundo, considerando as liquidações do Master, do Will Bank e do Pleno" […] "No fim do ano passado, o FGC tinha em caixa R$ 120 bilhões. Com as liquidações do grupo Master, a conta chega a R$ 51,8 bilhões, a maior crise da história da instituição.
- CMN consolida obrigação de IFs associadas ao FGC alocarem recursos em títulos públicos — Diário do Grande ABC, 23 abr. 2026. Cópia arquivada.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) consolidou, nesta quinta-feira, 23, a obrigação de instituições associadas ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) manterem parte dos seus recursos alocados em títulos públicos federais." […] "A autoridade monetária informou que a resolução CMN 5.295/2026" […] "consolida as alterações introduzidas pela resolução CMN nº 5.238
- Conselho Monetário Nacional aperta regras do FGC e impõe novas travas a grandes emissões de CDB, LCI e LCA — Seu Dinheiro, 24 abr. 2026. Cópia arquivada.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou na quinta-feira (23) uma série de alterações nas regras do Fundo Garantidor de Créditos (FGC)" […] "A nova norma dobra o multiplicador da Contribuição Adicional (CA) devida pelas instituições garantidas, de 0,01% para 0,02%" […] "Todos os gatilhos têm como objetivo impedir que o volume de depósitos garantidos pelo FGC cresça de forma desproporcional ao tamanho do banco, como aconteceu com o Banco Master.

