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CASO MASTERarquivo independente, atualizado em 15 de setembro de 2026

Dossiê: pessoa

Jocildo Silva LemosALVO DE BUSCA

Jocildo Silva Lemos

Papel no caso
Diretor-presidente da Amprev quando o fundo aplicou R$ 400 milhões no Master; foi tesoureiro da campanha de Davi Alcolumbre em 2022.
Situação
Alvo de busca e apreensão; Investigado
Aparece em
Arquivo 4: O rombo
Verificado em
14 de setembro de 2026

Ver Jocildo Silva Lemos no quadro

Ver só Jocildo Silva Lemos e as suas ligações

O outro lado

O Poder360 tentou contato com Jocildo Silva Lemos por e-mail, mas não obteve resposta. Poder360

Diretor-presidente da Amapá Previdência e coordenador do comitê de investimentos, foi alvo de buscas na Operação Zona Cinzenta, em 6 de fevereiro de 2026 CNN Brasil. Na decisão que autorizou as buscas, o juiz federal registra que a PF lhe atribui “papel central” nas reuniões que aprovaram os aportes de julho de 2024 e que há comprovantes de transferências ao Banco Master Justiça Federal.

Foi tesoureiro da campanha de Davi Alcolumbre em 2022; o presidente do Senado não está entre os investigados CNN Brasil. Segundo o Poder360, foi indicado ao cargo na Amprev por Alcolumbre, cuja assessoria não respondeu à reportagem Poder360. Investigação não é condenação.

Histórico da situação

  1. 6 fev. 2026: Alvo de busca e apreensão; Investigado. Alvo da Operação Zona Cinzenta, autorizada pela 4ª Vara Federal Criminal do Amapá. CNN BrasilJustiça Federal – 4ª Vara Federal Criminal do Amapá

Ligações (2)

  • De Davi Alcolumbre: indicou à Amprev
    Jocildo Silva Lemos foi tesoureiro da campanha de Alcolumbre em 2022 e, segundo o Poder360, foi indicado por ele à presidência da Amprev, que aplicou R$ 400 milhões em letras financeiras do Master. Alcolumbre não está entre os investigados. Poder360CNN Brasil
    Política. Segundo a imprensa. Desde 2022.
  • Para Amapá Previdência (Amprev): diretor-presidente
    Diretor-presidente da Amprev e coordenador do comitê de investimentos quando o fundo aprovou os aportes no Master, em julho de 2024. Segundo a decisão judicial que autorizou buscas, a PF lhe atribui "papel central" nas reuniões e na execução das aplicações. Justiça Federal – 4ª Vara Federal Criminal do AmapáCNN Brasil
    Profissional. Documento oficial. Desde jul. 2024.

Na linha do tempo

Fontes

  1. Alvo da PF, previdência do Amapá investiu R$ 400 milhões no Master — CNN Brasil, 6 fev. 2026. Cópia arquivada.A Amprev (Amapá Previdência), que é alvo de operação da PF (Polícia Federal) nesta sexta-feira (6), investiu R$ 400 milhões em ativos do Banco Master." […] "no âmbito da operação Zona Cinzenta" […] "A CNN apurou que os alvos são o diretor-presidente da Amapá Previdência, Jocildo Silva Lemos, e dois membros do comitê de investimento da Amprev." […] "Jocildo Silva Lemos foi tesoureiro de Alcolumbre na campanha de 2022. O presidente do Senado não está entre os investigados
  2. Decisão em pedido de busca e apreensão criminal — Amapá Previdência (Amprev) — Justiça Federal – 4ª Vara Federal Criminal do Amapá, 28 jan. 2026.cada investigado teria desempenhado função específica para viabilizar o aporte temerário de quatrocentos milhões de reais em ativos do Banco Master, em um interregno inferior a vinte dias." […] "Jocildo Silva Lemos, então Diretor-Presidente da Amapá Previdência e Presidente do Comitê" […] "comprovantes de TED datados de 15/07/2024 para o Banco Master S.A. (banco 243)
  3. Aliado de Alcolumbre ignorou riscos em aporte de R$ 400 mi ao Master — Poder360, 10 fev. 2026. Cópia arquivada.A PF (Polícia Federal) investiga 3 gestores da Amprev (Amapá Previdência) por aprovarem investimentos de R$ 400 milhões em letras financeiras do banco Master sem documentação técnica prévia." […] "As autorização dos aportes foram feitas em julho de 2024, em um período inferior a 20 dias." […] "se sente lesada pelos malfeitos do banco Master e não abre mão de ser ressarcida" […] "O jornal digital também tentou contato com Jocildo Silva Lemos, por e-mail, mas não obteve resposta." […] "foi indicado ao cargo na Amprev por Alcolumbre" […] "O Poder360 entrou em contato com a assessoria do senador Davi Alcolumbre, mas não obteve retorno.

Investigação, prisão preventiva e indiciamento não são condenação. Todas as pessoas citadas neste arquivo são presumidas inocentes até decisão judicial definitiva.