Método
O que é este site
Um arquivo independente sobre o escândalo do Banco Master, montado como um quadro de cortiça: cada pessoa, empresa ou órgão é uma foto; cada relação documentada é um barbante. Não é uma investigação: o site não apura fatos por conta própria, e sim reúne o que órgãos públicos e a imprensa já publicaram, com a fonte de cada fato. Também não é um site oficial e não tem vínculo com nenhuma instituição, como a Polícia Federal, o Ministério Público, o Banco Central ou os tribunais.
O site foi feito com ajuda de inteligência artificial, que erra: confira cada informação na fonte antes de usá-la. Os termos de uso estão no aviso.
Regras que seguimos
- Todo fato tem fonte pública. Cada fonte registrada guarda o endereço, a data e um trecho literal do texto original, para que qualquer pessoa possa conferir. Clique nas etiquetas violeta ao lado das frases.
- Suspeita não é condenação. Quando dizemos que alguém é investigado, preso preventivamente ou denunciado, dizemos também quem afirma isso (“segundo a PF”, “segundo decisão do STF”). Prisão preventiva não é pena.
- O outro lado aparece junto. Toda pessoa ou empresa em situação de acusação tem registrada a sua resposta pública, ou a informação de que não se manifestou.
- Citado não é investigado. Quem aparece apenas por ter recebido pagamento declarado, participado de uma reunião ou ter sido mencionado recebe o carimbo “citado” e barbante neutro, nunca vermelho.
- Números divergentes ficam visíveis. Quando veículos publicam valores, datas ou fatos diferentes, registramos cada versão com a sua fonte, em vez de escolher uma em silêncio: veja as versões que não batem. Cada versão traz o trecho literal da fonte que a mostra, e um validador automático confere que esse trecho existe.
- Datas contam. A situação de cada pessoa tem data. No quadro, a linha do tempo mostra o caso como ele estava em cada dia.
Como ler o quadro
Os arquivos contam o caso em capítulos, em ordem. O quadro mostra todas as peças desde o início, e a linha do tempo embaixo dele mostra como o caso estava em cada data: nada fica escondido até você ler. Os arquivos que você já abriu aparecem com o número em violeta, porque o seu navegador lembra dos links visitados.
- Barbante vermelho tracejado: ligação apontada por autoridades numa investigação (PF, MPF/PGR, juízes).
- Linha escura contínua: fato registrado em documento oficial (comunicados do Banco Central, decisões, contratos registrados).
- Linha azul pontilhada: fato revelado por reportagem, ainda sem confirmação oficial.
- Linha cinza: uma das pontas é só citada, sem investigação conhecida.
- Cor do alfinete: tipo de peça (pessoa, empresa, fundo, órgão público, instituição, encontro).
- Carimbo violeta: situação na data escolhida.
São muitas peças, e os barbantes se cruzam. Para ler um pedaço de cada vez:
- Clique numa peça (ou num barbante): o quadro apaga o resto e deixa à frente só as ligações dela, com as etiquetas por cima dos cartões. Um clique na cortiça, ou a tecla Esc, traz tudo de volta.
- “Isolar no quadro”, no dossiê que abre ao lado, deixa só aquela peça e as ligações dela, arrumadas numa roda por natureza (familiar, financeira, política…). Em peças muito ligadas, aproxime o zoom para ler as etiquetas.
- “Ver só estas peças no quadro”, na página de cada arquivo, mostra só as peças e as ligações daquele arquivo, cada uma no seu lugar.
- Nada disso esconde nada de vez: a faixa no alto do quadro traz de volta o quadro inteiro.
Como o site é mantido
O conteúdo fica em arquivos de texto num repositório, um arquivo por pessoa, ligação, evento e fonte. Um validador automático impede a publicação se uma ligação apontar para alguém que não existe, se um fato não tiver fonte, se uma data estiver malformada ou se uma pessoa acusada estiver sem o outro lado. Correções são bem-vindas: escreva para contato@casomaster.wiki, de preferência com a fonte.
Privacidade
Por conta própria, o site guarda uma única informação no seu navegador, no armazenamento local dele: a sua resposta ao aviso de entrada (a versão do texto que você aceitou e a sua escolha sobre as estatísticas de visita), para não mostrar o aviso de novo. Essa informação não sai do seu navegador. Não há conta, progresso nem pontuação.
As estatísticas de visita usam o Google Analytics e vêm ligadas: depois que você aceita o aviso, o site o carrega, a não ser que você desmarque a opção de estatísticas. Ele grava cookies no seu navegador (os de nome _ga) e envia ao Google dados da visita, como a página aberta, o tipo de aparelho e a região aproximada. Antes do aceite, nada é enviado ao Google. Você pode desligar as estatísticas quando quiser; ao desligar, os cookies _ga são apagados.
Créditos das fotos
As fotos vêm do Wikimedia Commons, com licença livre conferida uma a uma; quem não tem foto livre aparece como silhueta. Todas as licenças exigem o crédito do autor:
- ACM Neto: foto de Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil, CC BY 2.0.
- Alexandre de Moraes: foto de Isac Nóbrega, CC BY 2.0.
- André Mendonça: foto de Luis Macedo/Câmara dos Deputados, CC BY 3.0.
- Andrei Rodrigues: foto de Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil (recorte), CC BY 2.0.
- Celina Leão: foto de Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações from Brasília - DF, Brasil, CC BY 2.0.
- Cezinha de Madureira: foto de Zeca Ribeiro, CC BY 3.0.
- Ciro Nogueira: foto de Antonio Cruz/ABr, CC BY 3.0 BR.
- Cláudio Castro: foto de CanalGov (recorte), CC BY 3.0.
- Daniel Vorcaro: foto de Márcio Gustavo Vasconcelos, CC0.
- Davi Alcolumbre: foto de Gilberto Nascimento / Câmara dos Deputados, uso livre com crédito.
- Dias Toffoli: foto de Cesar Itiberê/PR, CC BY 2.0.
- Edson Fachin: foto de Antonio Cruz/Agência Brasil, CC BY 3.0 BR.
- Eduardo Bolsonaro: foto de Palácio do Planalto, CC BY 2.0.
- Fábio Faria: foto de Luis Macedo/Câmara dos Deputados, CC BY 3.0.
- Fabio Wajngarten: foto de Marcos Corrêa/PR, CC BY 2.0.
- Flávio Bolsonaro: foto de U.S. Consulate in Rio, domínio público.
- Flávio Dino: foto de CanalGov, CC BY 3.0.
- Gabriel Galípolo: foto de Agência Senado, CC BY 2.0.
- Gilmar Mendes: foto de Superior Tribunal de Justiça, CC BY 2.0.
- Guido Mantega: foto de Roosewelt Pinheiro/ABr, CC BY 3.0 BR.
- Gustavo Loyola: foto de Elza Fiúza/ABr, CC BY 3.0 BR.
- Henrique Meirelles: foto de Marcos Corrêa/PR, CC BY 2.0.
- Hugo Motta: foto de Gilclécio Lucena, CC BY 4.0.
- Ibaneis Rocha: foto de Agência Brasília from Brasília, Brasil, CC BY 2.0.
- Jair Bolsonaro: foto de Agência Brasil/ Alan Santos/ PR, CC BY 3.0 BR.
- Jaques Wagner: foto de Senado Federal, CC BY 2.0.
- João Carlos Bacelar: foto de Ministério da Defesa, CC BY 2.0.
- João Carlos Mansur: foto de Senado Federal (recorte), CC BY-SA 4.0.
- Lula: foto de Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil, CC BY 2.0.
- Marconi Perillo: foto de Pedro França/Agência Senado, CC BY 2.0.
- Mario Frias: foto de Isac Nóbrega/PR, CC BY 2.0.
- Michel Temer: foto de Beto Barata/PR, CC BY 2.0.
- Nelson Tanure: foto de Marco Antonio Lima Santos, CC BY-SA 4.0.
- Nikolas Ferreira: foto de Pablo Valadares / Câmara dos Deputados, CC BY 3.0.
- Paulo Gonet: foto de Agência Senado from Brasilia, Brazil, CC BY 2.0.
- Paulo Henrique Costa: foto de Web Summit Rio from Rio de Janeiro, Brazil (recorte), CC BY 2.0.
- Paulo Sérgio Neves de Souza: foto de Senado Federal (recorte), CC BY 2.0.
- Ricardo Lewandowski: foto de Marcelo Camargo/Agência Brasil, CC BY 2.0.
- Roberto Campos Neto: foto de Marcos Oliveira/Agência Senado, CC BY 2.0.
- Ronaldo Bento: foto de Palácio do Planalto, CC BY 2.0.
- Rui Costa: foto de Jefferson Rudy/Agência Senado, CC BY 2.0.
- Tarcísio de Freitas: foto de Ciete Silvério/Governo do Estado de SP, CC BY 2.0.
- Viviane Barci de Moraes: foto de Lula Oficial, CC BY-SA 4.0.