Antes de abrir o arquivo

O Caso Master reúne o que já foi publicado sobre o escândalo do Banco Master. Antes de usar o site, leia e aceite:

  1. Feito com ajuda de inteligência artificial. O site foi desenvolvido com o auxílio de ferramentas de inteligência artificial, inclusive na pesquisa, na organização e na redação dos textos. Essas ferramentas erram: podem trocar nomes, datas, valores e relações. Por isso, todas as informações daqui precisam ser conferidas nas fontes originais, ligadas a cada fato, antes de qualquer uso.
  2. Um arquivo, não uma investigação. O site não apura fatos por conta própria: reúne e organiza o que órgãos públicos e veículos de imprensa já publicaram, com o link e um trecho de cada fonte.
  3. Independente. É um projeto independente, sem ligação com nenhuma instituição: nenhum órgão público (Polícia Federal, Ministério Público, Banco Central, tribunais, CPIs), empresa, banco, partido, veículo de imprensa ou pessoa citada. Não é um site oficial e não fala em nome de ninguém.
  4. Suspeita não é condenação. Aparecer no arquivo não significa ter cometido crime. Investigação, prisão preventiva, indiciamento e denúncia não são condenação: todas as pessoas citadas são presumidas inocentes até decisão judicial definitiva. Muitas aparecem só por terem sido citadas, sem investigação conhecida contra elas.
  5. Pode estar desatualizado. O caso muda rápido. Cada registro traz a data da última verificação, e o que aconteceu depois dela pode não estar aqui.
  6. Não é orientação. Nada aqui é aconselhamento jurídico, financeiro ou de investimento, inclusive sobre o FGC, CDBs ou ressarcimentos. Para decisões, procure um profissional ou os canais oficiais.
  7. Conteúdo de terceiros. Os trechos de reportagens e documentos pertencem a quem os publicou e aparecem como citação, com o nome e o link da fonte. As fotos têm autor e licença indicados. O site não responde pelo conteúdo de páginas externas, e o uso das informações daqui é de responsabilidade de quem as usa.
  8. Correções e direito de resposta. Achou um erro, ou é uma das pessoas ou empresas citadas e quer apresentar a sua versão? Escreva para contato@casomaster.wiki, de preferência com a fonte.
  9. Privacidade. Por conta própria, o site guarda no seu navegador só a sua resposta a este aviso. Veja a nota sobre privacidade.

Se não concordar com estes termos, não use o site.

Pular para o conteúdo
CASO MASTERarquivo independente, atualizado em 15 de setembro de 2026

Dossiê: pessoa

Foto de Paulo Sérgio Neves de SouzaPaulo Sérgio Neves de SouzaALVO DE BUSCA
Foto: Senado Federal (recorte), CC BY 2.0.

Paulo Sérgio Neves de Souza

Papel no caso
Ex-diretor de Fiscalização do Banco Central; a PF suspeita que tenha atuado em favor do Master dentro do BC e recebido vantagens de Vorcaro.
Situação
Investigado; Alvo de busca e apreensão; Afastado do cargo
Aparece em
Arquivo 5: O caso sobe ao Supremo
Verificado em
14 de setembro de 2026

Ver Paulo Sérgio Neves de Souza no quadro

Ver só Paulo Sérgio Neves de Souza e as suas ligações

O outro lado

A defesa afirma que ele nunca protegeu interesses de Vorcaro e que os contatos ocorreram "estritamente no âmbito da relação institucional entre supervisor e supervisionado"; diz ainda que ele defendia internamente a liquidação do Master desde março de 2025. CNN Brasil

Ex-diretor de Fiscalização do Banco Central, foi alvo de busca e apreensão na 3ª fase da Compliance Zero, em 4 de março de 2026 CNN Brasil. Segundo o depoimento do diretor Ailton de Aquino à PF, ele e Belline Santana foram afastados em 7 de janeiro de 2026, no mesmo dia em que o presidente do BC, Gabriel Galípolo, relatou ter recebido informações de que os dois “receberam valores”; a PF aponta que Belline criou em outubro de 2025 um grupo de WhatsApp com Vorcaro e Paulo Sérgio CNN Brasil.

Segundo a PF, uma apuração patrimonial do BC encontrou indícios de que a venda de um sítio dele em Muzambinho (MG), por R$ 4,8 milhões, a uma empresa ligada a Fabiano Zettel, poderia ter servido para ocultar vantagem indevida Gazeta do Povo. Investigação não é condenação.

Histórico da situação

  1. 7 jan. 2026: Afastado do cargo. Afastado pelo diretor de Fiscalização do BC, Ailton de Aquino, depois de um alerta de Galípolo sobre suspeita de pagamentos. CNN Brasil
  2. 4 mar. 2026: Investigado; Alvo de busca e apreensão; Afastado do cargo. Alvo de busca e apreensão na 3ª fase da Compliance Zero. CNN Brasil

Ligações (2)

  • Para Banco Central do Brasil: afastado em 07/01/2026
    Ex-diretor de Fiscalização do BC. Segundo o depoimento do diretor Ailton de Aquino à PF, foi afastado em 7 de janeiro de 2026, no dia em que Galípolo relatou ter recebido informações de que ele e Belline Santana "receberam valores". CNN BrasilCNN Brasil
    Institucional. Segundo a imprensa. Desde 7 jan. 2026.

    Outro lado: A defesa afirma que ele nunca protegeu interesses de Vorcaro e que os contatos ocorreram "estritamente no âmbito da relação institucional entre supervisor e supervisionado". CNN Brasil

  • Para Daniel Vorcaro: valores? (segundo a PF)
    Alvo de buscas na 3ª fase e afastado do cargo. Em 07/01/2026, Galípolo relatou ter recebido informações de que Belline e Paulo Sérgio "receberam valores"; segundo a Gazeta do Povo, uma das transações envolvia um imóvel rural em Muzambinho (MG) e uma empresa ligada a Fabiano Zettel, por R$ 4,8 milhões. CNN BrasilCNN BrasilGazeta do Povo
    Financeira. Apontada por autoridades em investigação. Desde 7 jan. 2026.

    Outro lado: Procurada pela Gazeta do Povo, só a defesa de Belline Santana havia respondido até o fechamento. Gazeta do Povo

Na linha do tempo

Fontes

  1. Galípolo alertou diretor sobre suspeita de pagamentos a servidores do BC — CNN Brasil, 11 set. 2026. Cópia arquivada.O depoimento foi prestado em 25 de maio de 2026, por videoconferência." […] "Galípolo o procurou para uma conversa em 7 de janeiro deste ano" […] "Ailton, nós temos um problema com o Belline e o Paulo. Recebi informações de interlocutores em condição de anonimato de que eles receberam valores" […] "Depois de ouvi-los, decidiu afastar os dois servidores." […] "Belline chegou a criar, em outubro de 2025, um grupo de WhatsApp com Vorcaro e Paulo Sérgio." […] "estritamente no âmbito da relação institucional entre supervisor e supervisionado
  2. Ex-diretor e ex-servidor do BC são alvos de operação da PF sobre Master — CNN Brasil, 4 mar. 2026. Cópia arquivada.O ex-diretor de fiscalização do Banco Central Paulo Sérgio Neves de Souza e o ex-servidor Belline Santana são alvos de mandados de busca e apreensão durante a nova operação Compilance Zero, deflagrada pela PF (Polícia Federal) nesta quarta-feira (4)." […] "Ao todo, a PF cumpre quatro mandados de prisão preventiva e 15 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e Minas Gerais." […] "agentes também cumpriram ordens de afastamento de cargos públicos
  3. Como funcionava a triangulação de pagamentos do Master a ex-servidores do Banco Central — Gazeta do Povo, 12 set. 2026. Cópia arquivada.uma apuração interna do Banco Central identificou dois contratos, que ligariam Belline à estrutura do Master, que somavam aproximadamente R$ 4 milhões." […] "A transação envolvia o imóvel rural, localizado em Muzambinho/MG, e uma empresa ligada a Fabiano Zettel pelo valor de R$ 4,8 milhões." […] "sempre exerceu suas funções como servidor de carreira do BCB dentro dos estritos limites de suas atribuições" […] "Até o fechamento, somente a defesa de Belline Santana havia retornado." […] "seletiva e fragmentada
  4. PF prende Daniel Vorcaro em 3ª fase da Operação Compliance Zero — Agência Brasil, 4 mar. 2026. Cópia arquivada.A terceira fase da Operação Compliance Zero foi deflagrada no início da manhã desta quarta-feira (4) pela Polícia Federal (PF)." […] "As ordens judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF)
  5. Vorcaro mantinha estrutura de intimidação de pessoas, cita ministro — Agência Brasil, 4 mar. 2026. Cópia arquivada.prisão do banqueiro, ainda em novembro, mas, pouco depois, Toffoli substituiu a medida pelo uso de tornozeleira eletrônica." […] "Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro e espécie de contador informal do grupo" […] "Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, identificado no celular de Vorcaro como Felipe Mourão e apelidado Sicário" […] "responsável pela execução de atividades voltadas à obtenção de informações sigilosas, monitoramento de pessoas" […] "o Sicário recebia pagamentos mensais de R$ 1 milhão" […] "Integrava também A Turma o policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva, também alvo de mandado de prisão preventiva." […] "A Agência Brasil tenta contato com a defesa dos citados

Investigação, prisão preventiva e indiciamento não são condenação. Todas as pessoas citadas neste arquivo são presumidas inocentes até decisão judicial definitiva.