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CASO MASTERarquivo independente, atualizado em 15 de setembro de 2026

Dossiê: pessoa

Deivis Marcon AntunesPRESO

Deivis Marcon Antunes

Papel no caso
Ex-presidente do Rioprevidência; preso na Operação Barco de Papel, que apura as aplicações do fundo no Banco Master.
Situação
Preso (prisão preventiva); Investigado
Aparece em
Arquivo 4: O rombo
Verificado em
14 de setembro de 2026

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Ver só Deivis Marcon Antunes e as suas ligações

O outro lado

No recurso ao STJ, a defesa alegou que a ordem de prisão se ampara em suposições, que não há prova de interferência nas investigações e que as malas movimentadas continham apenas itens pessoais. Na prisão, em fevereiro, o Metrópoles não localizou as defesas dos investigados. Superior Tribunal de JustiçaMetrópoles

Presidente do Rioprevidência durante as aplicações em Letras Financeiras do Banco Master, deixou o cargo em janeiro de 2026, depois de se tornar alvo de uma investigação, e foi preso em 3 de fevereiro pela PF e pela PRF, quando voltava de uma viagem aos Estados Unidos Metrópoles.

A prisão temporária foi convertida em preventiva; em março, o ministro Carlos Pires Brandão, do STJ, manteve a medida por ver indícios de obstrução, como a formatação do sistema de câmeras do condomínio STJ. Em maio, voltou a ser alvo, na 8ª fase da Compliance Zero, ao lado do ex-governador Cláudio Castro Agência Brasil. Prisão preventiva não é pena; até a última verificação, não foi encontrada notícia de denúncia contra ele.

Histórico da situação

  1. 23 jan. 2026: Investigado. Alvo da Operação Barco de Papel, cuja fase inicial previa buscas; deixou o comando do fundo em janeiro. MetrópolesPoder360
  2. 3 fev. 2026: Preso (prisão temporária); Investigado. Preso pela PF e pela PRF na Via Dutra, na volta de uma viagem aos EUA. MetrópolesSuperior Tribunal de Justiça
  3. 13 mar. 2026: Preso (prisão preventiva); Investigado. Com a temporária já convertida em preventiva, o STJ nega o recurso da defesa e mantém a prisão. Superior Tribunal de JustiçaMetrópoles
  4. 26 maio 2026: Preso (prisão preventiva); Investigado. Já preso, é alvo da 8ª fase da Compliance Zero, ao lado do ex-governador Cláudio Castro. Agência Brasil

Ligações (1)

  • Para Rioprevidência: presidiu
    Presidia o Rioprevidência quando o fundo fez as aplicações de 2023 e 2024 no Master, segundo o Metrópoles, e deixou o comando em janeiro de 2026, depois de se tornar alvo da investigação. Segundo o STJ, a apuração policial indica cerca de R$ 970 milhões aplicados em letras financeiras do banco. Superior Tribunal de JustiçaMetrópoles
    Profissional. Documento oficial. Desde 2023 até jan. 2026.

Na linha do tempo

Fontes

  1. Ex-presidente do Rioprevidência é preso após aporte no Master — Metrópoles, 3 fev. 2026. Cópia arquivada.foi preso nesta terça-feira (3/2) por agentes da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal." […] "o Rioprevidência aplicou quase R$ 1 bilhão em Letras Financeiras emitidas pelo Banco Master — títulos de alto risco que não possuem cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC)." […] "Deivis Marcon Antunes é um dos alvos da Operação Barco de Papel" […] "As defesas dos investigados não foram localizadas.
  2. PF mirou 7 institutos de Previdência que investiram no Master — Poder360, 13 set. 2026. Cópia arquivada.A Polícia Federal já mirou 7 institutos de Previdência que fizeram aplicações no Banco Master" […] "A operação Barco de Papel mirou, direta ou indiretamente, o fundo de previdência em 23 de janeiro e 3 de fevereiro." […] "Já na 8ª fase da Compliance Zero, em 26 de maio, a PF passou a investigar aplicações de R$ 2,01 bilhões realizadas a partir de julho de 2024 em fundos de investimento do Master.
  3. Relator mantém prisão de ex-presidente do Rioprevidência em investigação que envolve o Banco Master — Superior Tribunal de Justiça, 19 mar. 2026.Carlos Pires Brandão manteve a prisão preventiva de Deivis Marcon Antunes" […] "a prisão temporária foi decretada pela Justiça Federal e posteriormente convertida em preventiva" […] "a defesa alegou que a ordem de prisão se ampara em suposições e que não há prova de interferência nas investigações" […] "a aplicação de cerca de R$ 970 milhões na compra de letras financeiras do Banco Master por gestores do Rioprevidência.
  4. STJ mantém prisão de ex-chefe da Rioprevidência que investiu no Master — Metrópoles, 19 mar. 2026. Cópia arquivada.O caso subiu ao STJ após a defesa de Antunes pedir a revogação da prisão preventiva do cliente. A decisão é da última sexta-feira (13/3).
  5. Operação contra Castro mira aportes de R$ 3,6 bi em fundos do Master — Agência Brasil, 26 maio 2026. Cópia arquivada.viabilizaram a captação de um total de R$ 3.691.000.000 em investimentos no Banco Master" […] "entre outubro de 2023 e julho de 2024, a RioPrevidência realizou aportes de R$ 970 milhões em Letras Financeiras do Banco Master." […] "de dezembro de 2024 a outubro de 2025, diante de entraves regulatórios, foram realizados novos aportes em fundos estruturados pelo mesmo grupo, na ordem de R$ 2,01 bilhões." […] "são alvo da operação Ricardo Siqueira Rodrigues, apontado como lobista e operador do esquema, e o ex-presidente do RioPrevidência Deivis Marcon Antunes, preso em etapa anterior da investigação." […] "exerceu papel politicamente relevante para a viabilização dos aportes
  6. Caso Master: STF autoriza busca e apreensão na casa do ex-governador Cláudio Castro — Supremo Tribunal Federal, 26 maio 2026.De acordo com a PF, Castro teria atuado politicamente para viabilizar os investimentos e influenciado a nomeação de dirigentes para cargos estratégicos no RioPrevidência, como a presidência, a diretoria e a gerência de investimentos." […] "envolvendo tratativas ilícitas para viabilizar a captação de aproximadamente R$ 3,7 bilhões em investimentos no Banco Master, entre fundos e letras financeiras

Investigação, prisão preventiva e indiciamento não são condenação. Todas as pessoas citadas neste arquivo são presumidas inocentes até decisão judicial definitiva.