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CASO MASTERarquivo independente, atualizado em 15 de setembro de 2026

Dossiê: órgão público

CPI do Crime Organizado

CPI do Crime Organizado

Papel no caso
Comissão do Senado (nov/2025 a abr/2026) que passou a focar o Master, obteve dados da Receita sobre pagamentos do banco e terminou sem relatório.
Situação
Sem situação jurídica registrada
Aparece em
Arquivo 6: Os políticos
Verificado em
14 de setembro de 2026

Ver CPI do Crime Organizado no quadro

Ver só CPI do Crime Organizado e as suas ligações

Instalada no Senado em novembro de 2025 para investigar facções e milícias, a comissão passou, com o tempo, a ter o Banco Master como foco Agência Senado. A quebra dos sigilos fiscal e bancário do banco deu acesso a dados da Receita sobre pagamentos a escritórios e consultorias de ex-ministros e políticos CNN Brasil CNN Brasil.

Em 8 de abril de 2026, ouviu o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, que confirmou a reunião de dezembro de 2024 no Planalto Agência Senado. Decisões do ministro Gilmar Mendes anularam quebras de sigilo aprovadas pela comissão sobre a Maridt e o fundo Arleen Agência Brasil.

Em 14 de abril, o relatório do senador Alessandro Vieira, que pedia o indiciamento dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes e do procurador-geral Paulo Gonet por crimes de responsabilidade, foi rejeitado por 6 votos a 4, e a CPI terminou sem texto final Agência Senado. O presidente da comissão, Fabiano Contarato, criticou a falta de prorrogação dos trabalhos pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre Agência Brasil.

Ligações (3)

  • Para Banco Master: investigou; terminou sem relatório
    Instalada em novembro de 2025, a CPI do Senado passou a focar o Master, obteve com a quebra de sigilo dados da Receita sobre pagamentos do banco e terminou em 14/04/2026 sem relatório aprovado (6 votos a 4). Agência SenadoCNN Brasil
    Institucional. Documento oficial. Desde nov. 2025 até 14 abr. 2026.
  • De Gilmar Mendes: anulou quebras de sigilo
    Em fevereiro de 2026, Gilmar Mendes barrou a quebra de sigilo da Maridt, empresa da qual Toffoli é sócio, aprovada pela CPI; em 19/03/2026, anulou também a do fundo Arleen. Agência Brasil
    Judicial. Segundo a imprensa. Desde fev. 2026 até 19 mar. 2026.
  • Para Gabriel Galípolo: ouviu em 08/04/2026
    Galípolo depôs como convidado à CPI em 8 de abril de 2026: defendeu a liquidação do Master, negou atuação a favor do banco e confirmou a reunião de dezembro de 2024 no Planalto. Agência Senado
    Institucional. Documento oficial. Desde 8 abr. 2026.

Na linha do tempo

Fontes

  1. CPI do Crime Organizado termina sem relatório final aprovado — Agência Senado, 14 abr. 2026.O relatório foi rejeitado por seis votos a quatro e, com isso, a CPI terminou sem um texto final." […] "Instalada em novembro de 2025, a CPI foi criada para investigar o crime organizado." […] "Com o tempo, o Banco Master passou a ocupar o foco das investigações." […] "Os pedidos de indiciamento seriam dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes e do procurador-geral da República Paulo Gonet.
  2. Master pagou R$ 25 milhões por consultorias de três ex-presidentes do BC — CNN Brasil, 14 abr. 2026. Cópia arquivada.De 2023 a 2025, o banco contratou a Gustavo Loyola Consultoria Ltda e teve gasto bruto total de R$ 6,7 milhões ao longo de três anos." […] "não envolveram nenhum pleito a órgãos e autoridades públicas a respeito da instituição" […] "O valor total gasto pelo banco foi de R$ 18,5 milhões, considerando tributos retidos." […] "contrato de serviços de consultoria sobre macroeconomia e mercado financeiro com o Banco Master, em caráter opinativo, entre março de 2024 e julho de 2025
  3. Master declarou pagamentos a Temer, Lewandowski, Mantega e ACM Neto — CNN Brasil, 8 abr. 2026. Cópia arquivada.Um deles é o ex-presidente Michel Temer, cujo escritório de advocacia recebeu R$ 10 milhões." […] "O ex-presidente afirmou que seu escritório de advocacia foi contratado para 'uma atividade jurídica de mediação' e contesta o valor informado pelo banco à Receita." […] "Segundo Temer, seu escritório teria recebido R$ 7,5 milhões." […] "A Receita Federal encaminhou documentos à CPI do Crime Organizado" […] "R$ 14 milhões à Pollaris Consultoria, de propriedade do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega" […] "Lewandowski Advocacia, por sua vez, recebeu R$ 6,1 milhões" […] "recebeu R$ 5,45 milhões por meio da A&M Consultoria Ltda
  4. Galípolo explica liquidação do Master e diz que tema não foi tratado no STF — Agência Senado, 8 abr. 2026.em novembro de 2024, foi firmado um termo de ajuste de conduta, com prazo de seis meses, para que o Master se adequasse" […] "como a compra pelo Banco de Brasília (BRB), barrada pelo BC" […] "Galípolo confirmou que se reuniu no Palácio do Planalto em dezembro de 2024 com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-controlador do Master, Daniel Vorcaro, e alguns ministros." […] "Seja técnico, o mais técnico possível. Não proteja ninguém, não persiga ninguém" […] "Em depoimento como convidado à CPI do Crime Organizado, nesta quarta-feira (8)" […] "para esclarecer desdobramentos da Lei Magnitsky
  5. Gilmar anula quebra de sigilo que liga fundo a empresa de Toffoli — Agência Brasil, 19 mar. 2026. Cópia arquivada.anulou nesta quinta-feira (19) a quebra de sigilo aprovada pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado para investigar o fundo de investimentos Arleen, que fez negócios com uma empresa do ministro Dias Toffoli, também do Supremo." […] "Em fevereiro, Mendes já havia barrado a quebra de sigilo da empresa Maridt Participações, da qual Toffoli revelou ser sócio." […] "A quebra de sigilo do Arleen foi aprovado pela CPI do Crime devido ao seu vínculo com a Reag Investimentos" […] "a quebra de sigilo não constitui ato ordinário de investigação
  6. Relatório final da CPI do Crime Organizado é rejeitado — Agência Brasil, 14 abr. 2026. Cópia arquivada.Foram seis votos contrários e quatro a favor do parecer. Com isso, a CPI encerra os trabalhos sem um documento final." […] "criticou o fato de os trabalhos não terem sido prorrogados pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP)" […] "Wagner, que votou contra o relatório do senador Alessandro Vieira